Dados públicos da SSP-SP
Onde as motos somem no estado de São Paulo
Cada círculo do mapa é uma área de mais ou menos 1 km. Escolha a cidade, o horário e a cilindrada para ver onde e quando as motos são levadas.
49.209
roubos de motos em todo o estado de São Paulo
Noite
período com mais casos
Baixa (até 400 cc)
cilindrada mais visada
Registros da SSP-SP até 30 de junho de 2026. Última checagem automática da fonte em 8 de agosto de 2026, 13h47.
Roubadas
49.209
levadas com ameaça ou violência
Furtadas
114.543
levadas sem a vítima por perto
Cor e tamanho do círculo seguem faixas fixas de quantidade, então a leitura não muda quando você dá zoom.
Por período do dia
Quando a moto foi levada
- Noite (18h01 às 00h)25.629
- Madrugada (00h01 às 06h)8.399
- Tarde (12h01 às 18h)7.808
- Manhã (06h01 às 12h)5.556
- Sem horário no registro1.817
Por cilindrada
Faixa deduzida do modelo que consta no registro
- Baixa (até 400 cc)33.892
- Não identificada8.094
- Alta (mais de 700 cc)4.048
- Média (401 a 700 cc)3.175
Cidades com mais casos
As 12 primeiras de 344 cidades com registro
- São Paulo18.035
- Campinas2.524
- Guarulhos2.438
- São Bernardo do Campo1.973
- Santo André1.438
- Diadema1.343
- Osasco1.273
- Sumaré1.058
- Itaquaquecetuba1.008
- Cotia915
- Mauá772
- Carapicuíba708
Os últimos 12 meses
De julho de 2025 a junho de 2026. Este gráfico tem filtros próprios, separados dos do topo da página.
A contagem é por mês da ocorrência, e o gráfico termina no último mês fechado da base. O mês mais recente ainda pode subir conforme a SSP-SP publica atualizações.
Modelos mais levados
Marca e modelo como aparecem no registro da SSP-SP
- HONDA/CG 160 FAN5.457
- HONDA/CG 160 TITAN3.094
- YAMAHA/FZ25 FAZER2.008
- HONDA/CG 160 START1.960
- YAMAHA/XTZ250 LANDER1.382
- YAMAHA/MT03 ABS1.143
- HONDA/XRE 300 ABS815
- HONDA/CB 300R784
- HONDA/CB250F TWISTER CBS724
- HONDA/XRE 300722
De onde vêm estes números
A fonte é a base de veículos subtraídos da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, publicada em planilhas anuais no portal de transparência. Um programa nosso baixa o arquivo todo dia às 6h, confere se a SSP publicou versão nova e recarrega apenas o que mudou.
Do arquivo bruto ficam só motociclos, motonetas e ciclomotores, nas ocorrências de roubo e furto. Um mesmo boletim aparece na origem em várias linhas, uma por enquadramento, então a carga junta essas linhas em um registro por ocorrência. É por isso que os totais aqui são menores que a contagem de linhas da planilha.
A placa nunca é guardada. Na entrada ela vira um código irreversível que serve apenas para reconhecer o mesmo veículo em registros repetidos.
A cilindrada não vem pronta na fonte. Ela é deduzida do texto do modelo, e as faixas são: baixa até 400 cc, média de 401 a 700 cc e alta acima de 700 cc. Quando o modelo traz o número colado no nome, como MT03 ou XMAX, a leitura falha e o caso fica como não identificada.
Os períodos do dia seguem o horário do registro: madrugada de 00h01 às 06h, manhã de 06h01 às 12h, tarde de 12h01 às 18h e noite de 18h01 às 00h. Boletim sem horário fica de fora dessa divisão.
Duas ressalvas ao ler a página: o mapa usa somente as ocorrências que vêm com endereço, que hoje são 86% deste recorte, enquanto os números e os gráficos usam todas. E o campo “ano da base” é o arquivo anual da SSP, que pode conter ocorrência com data anterior.
- Fonte
- SSP-SP, veículos subtraídos
- Dados até
- 30 de junho de 2026
- Última checagem
- 8 de agosto de 2026, 13h47